Tentando aproximar a Ásia da América do Sul e vice-versa

China Pode Aprender do Japão Como Combater a Poluição

14 de janeiro de 2017
Por: Paulo Yokota | Seção: Cultura, Editoriais e Notícias | Tags: , ,

clip_image002Um surpreendente artigo de Cai Hong, correspondente do China Daily em Tóquio, jornal oficial do governo chinês, informa que a China pode aprender do Japão como combater a poluição terrível nos anos 1960, a ponto de impedir a visibilidade do Monte Fuji.

Chineses tentando se proteger da poluição na China, em foto publicada pelo Daily China, órgão oficial do governo chinês

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Aprendendo com o Goji Berry Chinês

27 de dezembro de 2016
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais e Notícias | Tags: , ,

clip_image002 Quando se observa a China fazendo uma eficiente campanha para promover a exportação do seu Goji Berry, inclusive para o Brasil, constata-se a potencialidade de campanhas semelhantes para os diversos produtos brasileiros em sua biodiversidade.

O Goji Berry chinês divulgado em todo omundo

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Ajustamento do Yuan Chinês Perante do Dólar

7 de janeiro de 2016
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais e Notícias | Tags: , ,

clip_image002Entendendo que China Daily é um jornal oficial chinês que costuma refletir o pensamento das autoridades daquele país, a notícia publicada informando que o Yuan chinês pode desvalorizar 15% parece uma informação a ser considerada.

Yuan chinês variou pouco com relação ao dólar norte-americano, mas há possibilidade que, além da margem atual, as autoridades chinesas acabem desvalorizando para tentar revolver seus problemas

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Mudanças Provocadas Pela Classe Média na China

26 de dezembro de 2015
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia e Política | Tags: , ,

clip_image002As dimensões chinesas são sempre impressionantes e muitas fontes informam que mais de 100 milhões de chineses já podem ser considerados da classe média, certamente muito mais do triplo que no Brasil, mudando seus costumes com seus consumos e comportamento.

Um expressivo número de turistas chineses visita o exterior, inclusive o Japão, como mostra esta foto publicada no China Daily

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Ousado Plano de Cinco Anos da China

3 de novembro de 2015
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia e Política, Editoriais e Notícias | Tags: , , ,

clip_image002No mundo conturbado em que vivemos, a China propõe um ousado plano de crescimento que objetiva um crescimento de 6,5% ao ano de 2016 a 2020, que é bastante elevado.

Foto do plenário do 18º Comitê Central do CPC, que aprovou a proposta do próximo Plano Quinquenal (2016-2020), constando do artigo do China Daily

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Multiplicam-se os Startups na China e na Índia

30 de junho de 2015
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais e Notícias | Tags: , ,

clip_image002Um artigo publicado por Krishna Kumar Vr no China Daily informa que estão surgindo muitos startups na China e na Índia. Com o sucesso de algumas delas, muitos recursos estão sendo canalizados até do exterior.

Zhongguancun, o Vale do Silício chinês perto de Beijing

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Avaliação de 2014 no Intercâmbio Sino-Brasileiro

22 de dezembro de 2014
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais, Notícias, Política | Tags: , , ,

Um artigo publicado por Yang Yao no China Daily apresenta a avaliação chinesa do intercâmbio com o Brasil em 2014. Segundo ela, o ponto alto foi a visita de Xi Jiping ao Brasil em julho, quando os dois países emergentes estabeleceram mais de 50 acordos em diversos setores mostrando que países emergentes podem contribuir para o relacionamento Sul-Sul. Destacam a cooperação na elaboração da infraestrutura, onde a ferrovia no Brasil merece registro. O intercâmbio comercial atingiu a US$ 83,3 bilhões quando era de somente US$ 3,2 bilhões em 2002, com a participação do minério de ferro, soja e óleo do Brasil e produtos manufaturados chineses. O que não foi mencionado é que no final do ano este intercâmbio mostra que está declinando, tanto pela desaceleração do crescimento chinês como pela queda de preços das exportações brasileiras.

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Xi Jinping com Dilma Rousseff

A China se mostra satisfeita, pois com os países da América do Sul, não somente com o Brasil como o Chile e o Peru, já está superando até a União Europeia, ocupando o segundo lugar. Os bancos chineses estão se estabelecendo na região, enquanto o Banco do Brasil se instalou em Xangai, quando deveria ser mais agressivo.

Do ponto de vista brasileiro, ainda que seja verdade que o intercâmbio com a China veio crescendo substancialmente nos últimos anos, chegando até os projetos de alta tecnologia como o lançamento de um satélite para observação do desmatamento que ocorre na Amazônia, bem como entendimentos nos mais variados setores. A presença brasileira na China ainda não é de grande importância, diante da concorrência de muitos outros países.

As perspectivas futuras chegam a ser preocupantes, pois existe uma redução de exportação de minérios brasileiros como produtos agropecuários, sendo que os de maior valor tecnológico, como na aviação ou em atividades industriais, não apresentam o dinamismo desejado.

A China vem investindo pesado na formação de melhores recursos humanos, como os estudantes enviados para os Estados Unidos. É claro que a dimensão populacional da China é muito maior, o que lhe confere um potencial de crescimento econômico, ainda que sua renda per capita ainda seja modesta. O mesmo dinamismo não se constata no Brasil, mostrando que a distância entre os dois países, em muitos setores tende a se agravar.

O que parece é que o Brasil, se deseja ocupar um destaque no conjunto dos países no futuro, necessita ter a mesma orientação tanto econômica como política, traçando objetivos de longo prazo. O que parece é que o Brasil está mais avançado na disseminação do poder político, sem mais o autoritarismo que ainda impera em alguns setores da sociedade chinesa.

Há sinais que existem muitos aspectos onde o Brasil deve se sentir estimulado com o que um país gigantesco como a China, com todos os seus problemas, vem lutando para superar. São demonstrações que muitos avanços podem ser obtidos, diante dos desafios existentes.


O Futebol e a Copa do Mundo na China

21 de junho de 2014
Por: Paulo Yokota | Seção: Cultura, Editoriais, Notícias | Tags: , , ,

Um artigo publicado por Bai Ping no China Daily informa o que está acontecendo naquele país neste período de Copa do Mundo. Ele informa que foi almoçar com a família e com o seu sogro num restaurante em Beijing, ficando surpreso que o idoso pai de sua esposa estava vestido com uma camiseta de futebol. Um seu cunhado trocava informações que obtinha num celular sobre os resultados mais recentes dos jogos. E na televisão chinesa os jogos eram apresentados como verdadeiros shows ou novelas, mostrando que os chineses também estão interessados neste esporte que provoca uma febre no mundo. Seus ídolos são conhecidos como astros do cinema ou da televisão. Segundo consta do artigo, os chineses estão acompanhando o que acontece no futebol no exterior, pois a Superliga Chinesa ficou desacreditada por causa da corrupção que aconteceu no seu meio.

Há uma diferença de fuso horário de 11 horas entre o Brasil e a China, e os horários das transmissões dos jogos atuais não são os mais convenientes para os chineses, mas os mais fanáticos ficam acordados para os acompanharem. Este fenômeno é também relatado do Japão, onde a diferença é de 12 horas, havendo telões em praças públicas ou até em estádios que comportam 60 mil torcedores, bem como os funcionários que chegam atrasados nos seus expedientes de trabalho, para assistirem às partidas, ainda que os resultados obtidos pelos Samurais Blues não tenham sido os mais animadores até agora, com uma derrota e um empate. Ainda assim existem os que alimentam a esperança que passarão para a segunda fase.

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An artifact from ancient China describes a kid playing cuju, kept at the Linzi Football Museum, Shangdong province.[Photo/IC]

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Propostas Agressivas dos Chineses Para os Árabes

7 de junho de 2014
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais, Notícias, Política | Tags: , , ,

Há que se respeitar a grande capacidade chinesa de formular novas concepções estratégias internacionais com uma visão de longo prazo. Na sexta reunião de nível ministerial do Fórum Para a Cooperação Sino-Arábe realizada em Beijing, o presidente Xi Jinging expressou que a Rota da Seda deveria ser a referência para esta colaboração. Todos devem ter em mente que a Rota da Seda foi o mais expressivo intercâmbio da história da Ásia, contando com a ativa participação do Oriente Médio na sua ligação com a Europa. A mesma concepção volta a ser colocada num momento crucial, quando os árabes estão deixando de merecer a devida atenção do Ocidente. A China está colocando explicitamente a sua intenção de se estabelecer uma nova aliança com os árabes, baseada nos pilares na colaboração na construção de uma infraestrutura para tanto, tendo como foto a cooperação na área energética de alta tecnologia, envolvendo a nuclear, aeroespacial e novas energias.

O assunto consta de um artigo publicado no China Daily com a participação do Xinhua, a agência oficial da China. A infraestrutura e a energia, com os investimentos e comércio, seriam os esteios das ligações deste amplo entendimento. Xi Jinping expressou que a próxima década será crítica para a China como para os países árabes, devendo expandir o volume de comércio dos atuais US$ 240 bilhões para US$ 600 bilhões. As empresas chinesas estão sendo encorajadas a investir em energia, petroquímica, agricultura, indústrias e serviços nos países árabes, dentro de um esquema que permita a transferência de tecnologias.

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President Xi Jinping and other leaders attend the opening of the Sixth Ministerial Conference of the China-Arab States Cooperation Forum in the Great Hall of the People in Beijing on Thursday. [Photo / China Daily]

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Tradicional Medicina Chinesa no Exterior

5 de maio de 2014
Por: Paulo Yokota | Seção: Editoriais, Notícias, Saúde | Tags: , , ,

Um interessante artigo foi publicado por Amy Ele, de Nova York, no China Daily na sua edição voltada para os Estados Unidos. Ela comenta que está aumentando o uso de ervas chinesas usada como medicamentos, até por que a Clínica Cleveland abriu um setor para atender a demanda dos pacientes, que começam dos descendentes de chineses. Seria uma medicação alternativa para determinadas doenças comuns como alergias, problemas digestivos, menopausa, náuseas crônicas e infertilidade. Uma especialista em medicina tradicional chinesa, Melissa Young, informa que a “farmácia” está sendo supervisionada por um médico, para dar a devida segurança.

Um herbalista chinês cuida do setor, e já existem consultas e acompanhamentos que estão sendo proporcionados para pacientes que são encaminhados por acupunturistas. A iniciativa teve andamento, pois alguns pacientes se deslocavam a outros Estados para obter as ervas desejadas. É preciso informar que na China como em muitos países do Sudeste Asiático encontram-se tais “farmácias” com um estoque de produtos para atender as demandas dos que conhecem seus efeitos, tendo já experimentado com sucesso, ainda que não esteja comprovada pelas técnicas científicas ocidentais. Também pacientes de outros locais estão chegando a esta Clínica Cleveland.

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