Tentando aproximar a Ásia da América do Sul e vice-versa

Multiplicam-se os Startups na China e na Índia

30 de junho de 2015
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais e Notícias | Tags: , ,

clip_image002Um artigo publicado por Krishna Kumar Vr no China Daily informa que estão surgindo muitos startups na China e na Índia. Com o sucesso de algumas delas, muitos recursos estão sendo canalizados até do exterior.

Zhongguancun, o Vale do Silício chinês perto de Beijing

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Avaliação de 2014 no Intercâmbio Sino-Brasileiro

22 de dezembro de 2014
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais, Notícias, Política | Tags: , , ,

Um artigo publicado por Yang Yao no China Daily apresenta a avaliação chinesa do intercâmbio com o Brasil em 2014. Segundo ela, o ponto alto foi a visita de Xi Jiping ao Brasil em julho, quando os dois países emergentes estabeleceram mais de 50 acordos em diversos setores mostrando que países emergentes podem contribuir para o relacionamento Sul-Sul. Destacam a cooperação na elaboração da infraestrutura, onde a ferrovia no Brasil merece registro. O intercâmbio comercial atingiu a US$ 83,3 bilhões quando era de somente US$ 3,2 bilhões em 2002, com a participação do minério de ferro, soja e óleo do Brasil e produtos manufaturados chineses. O que não foi mencionado é que no final do ano este intercâmbio mostra que está declinando, tanto pela desaceleração do crescimento chinês como pela queda de preços das exportações brasileiras.

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Xi Jinping com Dilma Rousseff

A China se mostra satisfeita, pois com os países da América do Sul, não somente com o Brasil como o Chile e o Peru, já está superando até a União Europeia, ocupando o segundo lugar. Os bancos chineses estão se estabelecendo na região, enquanto o Banco do Brasil se instalou em Xangai, quando deveria ser mais agressivo.

Do ponto de vista brasileiro, ainda que seja verdade que o intercâmbio com a China veio crescendo substancialmente nos últimos anos, chegando até os projetos de alta tecnologia como o lançamento de um satélite para observação do desmatamento que ocorre na Amazônia, bem como entendimentos nos mais variados setores. A presença brasileira na China ainda não é de grande importância, diante da concorrência de muitos outros países.

As perspectivas futuras chegam a ser preocupantes, pois existe uma redução de exportação de minérios brasileiros como produtos agropecuários, sendo que os de maior valor tecnológico, como na aviação ou em atividades industriais, não apresentam o dinamismo desejado.

A China vem investindo pesado na formação de melhores recursos humanos, como os estudantes enviados para os Estados Unidos. É claro que a dimensão populacional da China é muito maior, o que lhe confere um potencial de crescimento econômico, ainda que sua renda per capita ainda seja modesta. O mesmo dinamismo não se constata no Brasil, mostrando que a distância entre os dois países, em muitos setores tende a se agravar.

O que parece é que o Brasil, se deseja ocupar um destaque no conjunto dos países no futuro, necessita ter a mesma orientação tanto econômica como política, traçando objetivos de longo prazo. O que parece é que o Brasil está mais avançado na disseminação do poder político, sem mais o autoritarismo que ainda impera em alguns setores da sociedade chinesa.

Há sinais que existem muitos aspectos onde o Brasil deve se sentir estimulado com o que um país gigantesco como a China, com todos os seus problemas, vem lutando para superar. São demonstrações que muitos avanços podem ser obtidos, diante dos desafios existentes.


O Futebol e a Copa do Mundo na China

21 de junho de 2014
Por: Paulo Yokota | Seção: Cultura, Editoriais, Notícias | Tags: , , ,

Um artigo publicado por Bai Ping no China Daily informa o que está acontecendo naquele país neste período de Copa do Mundo. Ele informa que foi almoçar com a família e com o seu sogro num restaurante em Beijing, ficando surpreso que o idoso pai de sua esposa estava vestido com uma camiseta de futebol. Um seu cunhado trocava informações que obtinha num celular sobre os resultados mais recentes dos jogos. E na televisão chinesa os jogos eram apresentados como verdadeiros shows ou novelas, mostrando que os chineses também estão interessados neste esporte que provoca uma febre no mundo. Seus ídolos são conhecidos como astros do cinema ou da televisão. Segundo consta do artigo, os chineses estão acompanhando o que acontece no futebol no exterior, pois a Superliga Chinesa ficou desacreditada por causa da corrupção que aconteceu no seu meio.

Há uma diferença de fuso horário de 11 horas entre o Brasil e a China, e os horários das transmissões dos jogos atuais não são os mais convenientes para os chineses, mas os mais fanáticos ficam acordados para os acompanharem. Este fenômeno é também relatado do Japão, onde a diferença é de 12 horas, havendo telões em praças públicas ou até em estádios que comportam 60 mil torcedores, bem como os funcionários que chegam atrasados nos seus expedientes de trabalho, para assistirem às partidas, ainda que os resultados obtidos pelos Samurais Blues não tenham sido os mais animadores até agora, com uma derrota e um empate. Ainda assim existem os que alimentam a esperança que passarão para a segunda fase.

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An artifact from ancient China describes a kid playing cuju, kept at the Linzi Football Museum, Shangdong province.[Photo/IC]

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Propostas Agressivas dos Chineses Para os Árabes

7 de junho de 2014
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais, Notícias, Política | Tags: , , ,

Há que se respeitar a grande capacidade chinesa de formular novas concepções estratégias internacionais com uma visão de longo prazo. Na sexta reunião de nível ministerial do Fórum Para a Cooperação Sino-Arábe realizada em Beijing, o presidente Xi Jinging expressou que a Rota da Seda deveria ser a referência para esta colaboração. Todos devem ter em mente que a Rota da Seda foi o mais expressivo intercâmbio da história da Ásia, contando com a ativa participação do Oriente Médio na sua ligação com a Europa. A mesma concepção volta a ser colocada num momento crucial, quando os árabes estão deixando de merecer a devida atenção do Ocidente. A China está colocando explicitamente a sua intenção de se estabelecer uma nova aliança com os árabes, baseada nos pilares na colaboração na construção de uma infraestrutura para tanto, tendo como foto a cooperação na área energética de alta tecnologia, envolvendo a nuclear, aeroespacial e novas energias.

O assunto consta de um artigo publicado no China Daily com a participação do Xinhua, a agência oficial da China. A infraestrutura e a energia, com os investimentos e comércio, seriam os esteios das ligações deste amplo entendimento. Xi Jinping expressou que a próxima década será crítica para a China como para os países árabes, devendo expandir o volume de comércio dos atuais US$ 240 bilhões para US$ 600 bilhões. As empresas chinesas estão sendo encorajadas a investir em energia, petroquímica, agricultura, indústrias e serviços nos países árabes, dentro de um esquema que permita a transferência de tecnologias.

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President Xi Jinping and other leaders attend the opening of the Sixth Ministerial Conference of the China-Arab States Cooperation Forum in the Great Hall of the People in Beijing on Thursday. [Photo / China Daily]

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Tradicional Medicina Chinesa no Exterior

5 de maio de 2014
Por: Paulo Yokota | Seção: Editoriais, Notícias, Saúde | Tags: , , ,

Um interessante artigo foi publicado por Amy Ele, de Nova York, no China Daily na sua edição voltada para os Estados Unidos. Ela comenta que está aumentando o uso de ervas chinesas usada como medicamentos, até por que a Clínica Cleveland abriu um setor para atender a demanda dos pacientes, que começam dos descendentes de chineses. Seria uma medicação alternativa para determinadas doenças comuns como alergias, problemas digestivos, menopausa, náuseas crônicas e infertilidade. Uma especialista em medicina tradicional chinesa, Melissa Young, informa que a “farmácia” está sendo supervisionada por um médico, para dar a devida segurança.

Um herbalista chinês cuida do setor, e já existem consultas e acompanhamentos que estão sendo proporcionados para pacientes que são encaminhados por acupunturistas. A iniciativa teve andamento, pois alguns pacientes se deslocavam a outros Estados para obter as ervas desejadas. É preciso informar que na China como em muitos países do Sudeste Asiático encontram-se tais “farmácias” com um estoque de produtos para atender as demandas dos que conhecem seus efeitos, tendo já experimentado com sucesso, ainda que não esteja comprovada pelas técnicas científicas ocidentais. Também pacientes de outros locais estão chegando a esta Clínica Cleveland.

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Aumento de Estudantes Chineses nos Estados Unidos

11 de novembro de 2013
Por: Paulo Yokota | Seção: Cultura, Editoriais, Notícias | Tags: , ,

Um artigo escrito por Chen Weihua foi publicado no China Daily, na sua edição voltada para os Estados Unidos, com base nos dados fornecidos pelo relatório 2013 Open Doors Report on International Educational Exchange, publicado pelo IIE – Institute of International Education. Segundo as estatísticas deste relatório, os estudantes chineses aumentaram 21,4% nos Estados Unidos durante o ano acadêmico 2012/2013, enquanto os indianos e os coreanos do sul, que eram os segundo e terceiro, declinaram. Os chineses chegaram a 233.597, representando 28,7% de todos os estrangeiros que estudam nos Estados Unidos nos mais variados níveis. Esta verdadeira invasão não ocorre somente com os estudantes, como também com executivos, turistas e imigrantes, mostrando que os chineses continuam altamente interessados nos Estados Unidos, apesar dos potenciais problemas políticos.

O salto mais expressivo ocorreu entre os estudantes universitários chamados undergraduate, que representam agora 39,8% do total, enquanto os 43,9% são graduates, ou seja, estão efetuando cursos de mestrado ou doutorado. O restante são estudantes chamados Optional Practical Training, que costumam ser de um ano. Outros países como o Brasil e a Arábia Saudita estão aumentando seus estudantes, mas ainda são pouco expressivos quando comparados aos asiáticos. A China, a Índia e a Coreia do Sul contam com 49 por cento de todos os estrangeiros estudando nos Estados Unidos.

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Um Exemplo a Ser Seguido

13 de agosto de 2013
Por: Paulo Yokota | Seção: Cultura, Editoriais, Notícias, webtown | Tags: , , ,

Um artigo publicado por Zhang Yue no China Daily, na sua versão para os Estados Unidos, informa sobre o intercâmbio que as mulheres sino-americanas, lideradas pelas formadas no Wellewley College, estão realizando com a Universidade de Peking. Entre elas destacam-se Shirley Youg, que chegou a vice-presidente da GM – General Motors. Para a reunião, foram convidadas personalidades influentes de ambos os países, como Mona Lee Locke, esposa do embaixador Gary Locke, professora Wu Qing, filha do importante escritor Bing Xin, e Chen Zhili, ex-presidente da Federação de Todas as Mulheres Chinesas. Mas o grupo envolve também o musico Yo-Yo Ma, o arquiteto I.M. Pei, a ex-secretária do Trabalho do EUA, Elaine Choa, e a patinadora Michille Kwan.

Parece natural que os descendentes de chineses nascidos nos Estados Unidos, ou que se tornaram cidadãos americanos, ajudem a estabelecer uma importante ponte com a China, independente do sexo. Na realidade, mesmo entre os nikkeis, descentes de japoneses, espera-se que eles ajudem a servir como ponte com o Japão, como fazem também outros que possuem conhecimentos e influências em ambos os países, de onde se originaram seus pais e onde vivem atualmente. Ainda que o mundo esteja globalizado, há que se reconhecer que existem necessidades de intensificar estes intercâmbios, não se restringindo às personalidades femininas.

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Top and above: Shirley Young is in Beijing for an all-women seminar on "Global Political Challenge: Women Leading Change", with most participants from Wellesley College and Peking University. Photos by Zhu Xingxin / China Daily

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Artigo Sobre Tolerância Sexual na China

7 de janeiro de 2013
Por: Paulo Yokota | Seção: Cultura, Editoriais, Notícias, webtown | Tags: , , , , , | 2 Comentários »

Ainda que o assunto sempre tenha exigido algum cuidado e discrição em todo o mundo, não deixa de ser surpreendente o artigo publicado por uma equipe de jornalistas do China Daily, órgão oficial daquele país na sua edição para os Estados Unidos, constituído por Han Bingbin, Gan Tian, Shi Yingying e Xu Lin sobre ser gay na China. Um levantamento histórico, notadamente na literatura, trás as primeiras referências na Dinastia Shang (16º até 11º séculos AC), ainda falando de punições pela sua prática. Mas, na Dinastia Zhou (11º século a 256 AC), fala-se de rapazes bem apessoados distraindo o Imperador com o seu intelecto.

Acredita-se que nestes longos e antigos períodos, a homossexualidade era comum na China, e as referências são sobre atividades sexuais inclusive nos aposentos imperiais. Há referências sobre a admiração da beleza e abraços por trás. O assunto veio sendo estudado pelo sociólogo Pan Guangdan, desde os trabalhos inovadores do psicólogo britânico Havelock Ellis na década dos trinta, com base nos documentos históricos chineses.

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Reprodução de gravura chinesa publicada no China Daily

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Culinária Saudável e Vegetariana

3 de janeiro de 2013
Por: Paulo Yokota | Seção: Editoriais, Gastronomia, Notícias, Saúde, webtown | Tags: , , ,

Um interessante artigo publicado no China Daily informa que os chineses vêm utilizando alimentos vegetais desde a antiguidade, havendo registros escritos desde a Dinastia Han (206 AC – 220 DC), mas as culinárias de vegetais saudáveis vêm desde a Dinastia Xia (21º a 16º séculos AC), quando se descobriu que certas plantas que eram consideradas ainda selvagens poderiam servir de alimentos e medicamentos. Com o tempo, estes conhecimentos foram transmitidos para a Coreia e para o Japão.

Hoje, muitas culinárias tradicionais chinesas ainda utilizam estes conhecimentos, tanto em alguns restaurantes especializados, como o Traders Hotel de Pequim, quanto em estabelecimentos voltados para a saúde. Entre eles, existem tipos de inhames chineses e os conhecidos como danggui (angélica sinensis), mais usados na forma de raizes semelhantes aos tubérculos mais conhecidos mundialmente como ginseng. Os coreanos utilizam muito o ginseng e os japoneses a bardana (goboo), comprovados atualmente como plantas que possuem elevados elementos benéficos (elevado teor de ferro), notadamente na recuperação da saúde daqueles que ficaram debilitados por algumas deficiências.

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Raízes de ginseng e bardana

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Alta e Contemporânea Culinária Chinesa Com o Uso do Chá

24 de julho de 2012
Por: Paulo Yokota | Seção: Editoriais, Gastronomia, Notícias, Saúde, webtown | Tags: , ,

Não se trata de novidade, mas sempre existem novas leituras criativas, como a sofisticada e delicada combinação de diversos tipos de chás na alta e contemporânea culinária chinesa. Tanto na forma de infusão como pelo uso das folhas com alimentos, nas variadas formas que são utilizadas como bebidas. A finalidade acaba sendo a mesma, ao facilitar a digestão com a absorção das gorduras. O texto completo pode ser encontrado, em inglês, nas paginas do China Daily, elaborado por Ye Jun, com ilustrações: http://usa.chinadaily.com.cn/life/2012-07/21/content_15605592.htm.

A matéria ressalta que estes pratos podem ser encontrados no Jewel Chinese Restaurant no Westin Beijing Financial Street, que conta com um menu de 16 pratos com 10 tipos diferentes de chá. O chef Cai Guangmin efetuou intensas pesquisas, absorvendo o que já havia de tradicional em diversas regiões chinesas como Hanzhou, Sichuan, Beijing, Fujian, Taiwan, sendo até objeto de pesquisas como no Departamento de Chá da Universidade de Zhejiang.

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Sea bass is steamed with Xinyang maojian tea. Photos by Ye Jun / China Daily

O artigo explica que o uso do chá apresenta algumas dificuldades, pois seus sabores costumam ser suaves e delicados, sendo difícil captar inclusive suas fragrâncias, notadamente em alimentos quentes. Evidentemente, trata-se de iguarias adequadas para paladares sofisticados, treinados para apreciar todas as suas nuances. E os seus preparos demandaram longas pesquisas.

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Salted tieguanyin (oolong) leaves are served with deep-fried shrimps at the restaurant

Alguns pratos são de peixes e utilizam chás de diversas origens e diferentes preparos, desde o verde até o preto, inclusive nas formas de folhas e algumas flores, como o de crisântemo. Alguns são mais conhecidos como o oolong e o pu’er, que podem ser encontrados em alguns estabelecimentos especializados no Brasil, notadamente em São Paulo. Mas eles acabam se diferenciando dependendo a região de sua procedência.

Estes chás também são utilizados com pratos de sabor marcado, como os que utilizam os patos, inclusive nas formas defumadas. Mas também em sopas tradicionais de frangos, que fazem parte da rica culinária chinesa. Igualmente em paladares que não são usuais no Ocidente, com o amargo-doce.

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Stewed chicken with three cups sauce and pu’er tea, served at Jewel Chinese Restaurant in Beijing. Provided to China Daily

Existem também carnes preparados no conhecido wok, que costumam ser de cozimentos rápidos, para manterem os sabores das matérias-primas utilizadas. Com o uso do chá, os pratos acabam ficando mais leves e menos gordurosos.

O chef Cai informa que os benefícios do chá nos pratos acabam sendo os mesmos das bebidas, utilizando-se também na forma de pó. Zou Jun, diretor de uma empresa especializada em chá, informa que já em 1980 havia um conjunto completo de pratos usando chá em Taiwan. Nos anos noventa foram criados novos em várias regiões chinesas.

A culinária chinesa ampliou sua influência pelos países asiáticos, por exemplo, no Japão onde são conhecidos os usos do chá combinados com o arroz, e algumas conservas ou condimentos, que acabam sendo utilizados de forma semelhante às canjas, sendo recomendados para os que estão cansados ou ligeiramente resfriados, por combinarem amidos com os efeitos benéficos do chá. São reconfortantes.

É sempre interessante relembrar que na Ásia a alimentação se confunde com os medicamentos, destinados à manutenção da saúde.