Tentando aproximar a Ásia da América do Sul e vice-versa

O Drama das Autoridades Monetárias Chinesas

23 de novembro de 2015
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais e Notícias | Tags: , ,

clip_image002Mesmo a China sendo a maior detentora de reservas estrangeiras, as especulações que estão ocorrendo com grandes remessas de recursos daquele país para o exterior estão forçando-a a combater as operações consideradas irregulares.

Foto publicada no Financial Times sobre o combate às irregularidades nas remessas de recursos da China para o exterior

Leia o restante desse texto »


Um Relatório Mais Otimista Sobre o Aquecimento Global

8 de julho de 2015
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia e Política, Editoriais e Notícias | Tags: , ,

Um artigo publicado por Pilita Clark, publicado no Financial Times, trata de um relatório elaborado por 28 executivos, economistas e figura políticas mostrando uma posição mais otimista sobre a possibilidade de conciliar o desenvolvimento econômico com o controle do aquecimento global.

grafico

Quadro constante do artigo publicado pelo Financial Times

Leia o restante desse texto »


O Brasil e a Aquisição da BG pela Shell

10 de abril de 2015
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais e Notícias | Tags: , ,

clip_image002A operação de aquisição da BG pela Shell está sendo considerada uma das mais importantes no setor de petróleo e gás do mundo recente e o Brasil está no seu foco.

O Brasil é um dos palcos principais da aquisião da BG pela Shell

Leia o restante desse texto »


Preocupante Comportamento do Setor Financeiro Mundial

17 de outubro de 2014
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais, Notícias | Tags: , , , ,

Um interessante artigo de Gillian Tett publicado no prestigioso Financial Times de Londres, informa sobre o alarmante risco do sistema financeiro internacional provocar uma nova paralisação do mercado, apesar da excessiva liquidez existente no mundo. Seria algo tão terrível como o que aconteceu em 2008. Segundo Guy Debelle, um importante alto executivo do Banco Central australiano, pode agravar a volatilidade que está se observado no mercado financeiro mundial. Quatro razões importantes estariam contribuindo para esta possibilidade. O primeiro seria a paralisia do fornecimento dos créditos diante da possibilidade de elevação dos juros nos Estados Unidos, onde um levantamento efetuado pela Bloomberg com analistas do setor financeiro chegou a um incrível consenso de que isto ocorreria, ainda que o FED norte-americano esteja procurando uma atitude cautelosa com relação ao assunto.

ft

O segundo seria um ajustamento da oferta e da procura que estaria sendo efetuada pelos operadores do mercado, principalmente dos fundos de riscos, pela utilização dos mesmos indicadores do chamado benchmarket, como observado pelo BIS – Banco Internacional de Compensações. O terceiro seria a generalização das operações efetuadas pelos computadores no mercado, sem que os verdadeiros banqueiros tenham muita interferência nas volumosas operações que ocorrem diariamente no mercado. Mas o terceiro e mais importante comportamento seria uma ação orquestrada visando a resistência do mercado financeiro mundial às regulamentações restritivas dos fluxos financeiros internacionais. Ainda que as autoridades monetárias concordem com a necessidade de alguns controles, os que usufruíram elevados ganhos com a liberdade que contavam antes de 2008 entendem que as ações reguladoras ou intervenções das autoridades aumentariam os riscos do mercado.

logo_bis

Evidentemente, todos sabem o que poderia ser interessante para os empresários que vivem da produção e de sua comercialização nem sempre são os que interessam ao setor financeiro, que vem abusando de suas especulações e ganhos com as liberdades dos fluxos financeiros, que ocorrem num volume absurdo.

Não se pode desprezar este alerta, pois todos sabem que os interesses do setor financeiro têm prevalecido no mundo nos últimos anos.


Economia Chinesa Pode Ultrapassar a do EUA Neste Ano

1 de maio de 2014
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais, Notícias | Tags: , ,

Já há algum tempo que os economistas estão usando o chamado PPP – Poder de Paridade de Compra para medir os tamanhos das economias do mundo, como a unidade mais adequada, pois os câmbios variam demasiadamente, e o custo dos produtos e serviços muda exageradamente de um país para o outro. Por exemplo, um dólar norte-americano pode comprar muito mais no Brasil do que na Suíça, que é considerado o país mais caro do mundo. Mesmo com todas as precariedades das estimativas do chamado Produto Nacional em muitos países, todos procuram utilizar uma metodologia básica sugerida pelas Nações Unidas. Com base nestas informações, Chris Giles, editor do Financial Times, utilizou os dados compilados pelo International Comparison Program do Banco Mundial, publicando o seu artigo que também foi parcialmente traduzido para o português na Folha de S.Paulo.

As indicações atualizadas com o uso de novas metodologias informam que a China pode ultrapassar os Estados Unidos ainda neste ano, quando todos esperavam que isto pudesse ocorrer possivelmente em 2019, pois o crescimento da economia norte-americana é bem menor do que a chinesa, ainda que em termos per capita ela ainda esteja bem mais elevada, pelas diferenças das dimensões populacionais nos dois países. Os países pobres e emergentes continuam crescendo mais que os ricos, fazendo com que a distância entre os países tendam a diminuir com o tempo. As indicações permitem observar que a Índia tenha atingido uma posição elevada, talvez dos primeiros lugares. Os Estados Unidos mantinham a liderança desde 1872, quando ultrapassaram o Reino Unido na época.

007-skyfall-filmagens-em-shangai-em-17-01-12-01shanghai-china2

Cidade de Xangai, um exemplo de pujança da China

Leia o restante desse texto »


Mercado Internacional de Peixes e Frutos do Mar

20 de junho de 2013
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais, Notícias, webtown | Tags: , ,

Todos sabem que os peixes e os frutos do mar estão com seus consumos em alta em todo o mundo, e que cerca de metade deles já são criados com o uso de diversos tipos de tecnologia. Como os chineses entraram no mercado, consumindo até sushi e sashimi, eles, que evitavam produtos não cozidos diante, possivelmente, dos problemas higiênicos, acabaram seguindo as tendências mundiais. Como estes produtos também são considerados saudáveis, com o seu conteúdo de Omega 3, as demandas mundiais aumentaram significativamente, fazendo com que a produção natural nos rios, lagos e mares não sejam suficientes para atender a demanda. Mesmo os frutos do mar que são evitados no Ocidente, os asiáticos combinam o seu preparo com o uso de produtos derivados da soja, considerando que não existem restrições até mesmo para os cardíacos. Evidentemente, camarões fritos com gorduras saturadas devem ser evitados pelo seu alto teor de colesterol.

Um artigo publicado no Financial Times, de autoria de Emiko Terazono, de Londres, informa que os produtos do mar saltaram para o máximo histórico, com as demandas de atum e ostras. A FAO – Organização das Nações Unidas para a alimentação informa que as produções de capturas naturais como as criações artificiais também atingiram um recorde, com aumento de 15% ao ano, sobre o já recorde de 2011. Existem hoje restrições sobre a pesca de espécies consideradas em risco de extinção, evitando-se os períodos de sua reprodução. Também as rações para a criação estão em alta. Estes dados são estimulantes para o Brasil que conta tanto com a produção de rações como de muitas espécies que podem ser produzidas artificialmente nas suas mais variadas regiões, desde peixes de rios como os amazônicos como camarões, mexilhões, ostras e muitas espécies marinhas.

ecopeixe11Piscicultura-comunidades-projeto-Embrapa-AM_ACRIMA20120924_0103_5

Leia o restante desse texto »


Problemas de Comunicação do Governo Brasileiro

2 de dezembro de 2012
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais, Notícias, webtown | Tags: , , , | 2 Comentários »

Ainda que toda a economia mundial esteja registrando uma desaceleração, os problemas da economia brasileira parecem estar se agravando com as dificuldades de comunicação adequada do governo com a opinião pública interna e externa. Um artigo publicado no site do Financial Times pelo jornalista Joe Leahy que está localizado em São Paulo dá uma ideia das dificuldades que estão se espalhando, quando conta com um título como “Downturn shakes Brazil from its dream” (traduzido pela Google como ‘Crise abala o Brasil do seu sonho’).

Evidentemente os resultados obtidos no terceiro trimestre deste ano pela economia brasileira, divulgados pelo organismo oficial de estatísticas do país, foram frustrantes, tendo ficado abaixo das estimativas mais pessimistas feitas pelo muitos analistas de diversas origens. Até as autoridades como o ministro Guido Mantega, que é obrigado a manter uma postura otimista mesmo num quadro adverso, mostrou-se decepcionado, ainda que ele espere uma possibilidade de recuperação no final deste ano, que permita um comportamento melhor para o próximo ano.

financial_times_logoColetiva de imprensa com o primeiro ministro Francês François Fillon e a presidente Dilma- 15-12-11

                                                  Presidente Dilma Rousseff

Leia o restante desse texto »


Reorganização das Empresas Japonesas de Semicondutores

8 de fevereiro de 2012
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais, Notícias, webtown | Tags: , ,

Todos sabem que as indústrias eletrônicas japonesas passam por dificuldades decorrentes do câmbio do Japão, desastres naturais e a acirrada concorrência de outras empresas do mundo, notadamente as asiáticas. Jonathan Soble, do Financial Times, e outros jornalistas estão escrevendo sobre o assunto em diversos órgãos de circulação internacional, pois são problemas de magnitude que afetam a todos.

O autor refere-se aos três fabricantes de semicondutores, entre eles a Panasonic e a Fujitsu que conversam sobre a possibilidade de fusão de suas operações na área, com a ajuda das autoridades japonesas, envolvendo bilhões de dólares. Informam sobre a possibilidade da INCJ – Innovation Network Corporation of Japan, com a fusão de diversas partes das empresas envolvidas com a produção de semicondutores e outros componentes de alta tecnologia, como a Hitachi, Sony, Toshiba entre outras

incj_Logo

Logotipo da INCJ – Innovation Network Corporation of Japan

Leia o restante desse texto »


Financial Times Comenta a Economia Brasileira

11 de janeiro de 2012
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais, Notícias, webtown | Tags: , , , | 2 Comentários »

Um interessante artigo foi publicado pelo jornalista Joe Leahy sediado em São Paulo, com complementações de Samantha Pearson no Financial Times de hoje, referindo-se aos atuais problemas da economia brasileira. Os resultados obtidos no final do ano passado ficaram abaixo das expectativas, tanto no que se refere ao crescimento econômico como no cumprimento das metas inflacionárias. O mundo passa por um momento de desaceleração do crescimento, com problemas como os europeus que podem complicar o cenário externo, o que não facilita os otimismos das autoridades, gerando problemas políticos.

O artigo se refere aos pronunciamentos otimistas da presidente Dilma Rousseff às vésperas do Natal, afirmando que 2011 teria sido um ano bom, e as projeções do ministro da Fazenda Guido Mantega para 2012, contrapondo-se aos dos analistas que relatam as dificuldades presentes.

Guido_mantegadilma_presidentefinancial_times

Ministro Guido Mantega e a presidente Dilma Rousseff

Leia o restante desse texto »


Professores Acadêmicos Voltando Para o Leste

27 de setembro de 2011
Por: Paulo Yokota | Seção: Cultura, Editoriais, Notícias, webtown | Tags: , ,

Na década passada, os professores de negócios iam para os Estados Unidos, mas agora eles caminham em direção à Ásia, segundo artigo escrito por Della Bradshaw publicado no Financial Times. No ano passado, os mais distinguidos professores de consagradas universidades do Ocidente, tanto dos Estados Unidos como da Europa, se deslocaram para a China e Cingapura, principalmente os relacionados com os negócios.

A razão óbvia é o crescimento das economias asiáticas, como declara um destacado professor que se encontra em Xangai. Os asiáticos estão investindo em educação de alta qualidade, e muitos também se dedicam às pesquisas. Em alguns centros, estão pagando salários que são considerados elevados no Ocidente, atraindo estes profissionais.

cambridgeharvard_university_buildingCity-of-London-School-building

Universidade de Cambridge, Harvard e London School

Leia o restante desse texto »