Tentando aproximar a Ásia da América do Sul e vice-versa

Indústrias Automobilísticas no Mundo

13 de novembro de 2015
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais e Notícias | Tags: , ,

clip_image002Se existe um segmento industrial que passa por fortes ajustes no mundo, este certamente é o dos produtores de veículos. Um artigo publicado no The Wall Street Journal foi republicado pelo Valor Econômico em português, cuidando de parte dos seus problemas, onde o custo dos recursos humanos acaba sendo relevante.

Foto que ilustra material publicada no The Wall Street Journal

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Falta de Recursos Humanos no Japão

10 de novembro de 2015
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais e Notícias | Tags: , ,

clip_image002Com o decréscimo da população japonesa e as dificuldades daquele país aceitar imigrantes, o emprego das mulheres no Japão está superando os Estados Unidos e a Europa.

Gráfico constante do artigo no The Wall Street Journal

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Efeitos Mundiais do El Niño no WSJ

13 de outubro de 2015
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais e Notícias | Tags: , ,

Este site vem antecipando que preços de alguns produtos agrícolas podem sofrer fortes impactos com as consequências do fenômeno climático conhecido com El Niño, que está sendo previsto como dos mais rigorosos das duas últimas décadas.

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Gráfico constante do artigo publicado no The Wall Street Journal

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O Funcionamento Inverso do Acelerador na Economia

15 de setembro de 2015
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais, Notícias | Tags: , ,

Existem alguns fenômenos na economia como o multiplicador e o acelerador, que aumentam os efeitos positivos e negativos das flutuações durante as ascensões como nos períodos de depressão, que precisam ser bem entendidos.

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Os estudantes de economia aprendem nos cursos elementares que existem ciclos que são difíceis de serem neutralizados

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Onda de Melhor Aproveitamento dos Alimentos nos EUA

25 de maio de 2015
Por: Paulo Yokota | Seção: Editoriais e Notícias, Gastronomia | Tags: , , ,

clip_image002Quando as crises econômicas se prolongam, costuma aparecer ondas de movimentos pelo melhor aproveitamento de produtos, como dos alimentos, que vêm ocorrendo atualmente nos Estados Unidos.

Ilustração publicada no artigo do The Wall Street Journal sobre os aproveitamentos possíveis dos alimentos

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O Enigma do Café de Qualidade

6 de agosto de 2014
Por: Paulo Yokota | Seção: Cultura, Economia, Editoriais | Tags: , ,

Não sei se o termo mais adequado seria o “enigma”, mas parece ocorrer algo misterioso com o consumo do café, que está aumentando nos grandes países produtores, como o Brasil, o Vietnã e a Colômbia. Um artigo publicado no The Wall Street Journal originalmente, reproduzido em português no Valor Econômico, elaborado por Leslie Josephs coloca esta intrigante questão, que não parece ainda totalmente esclarecida. O artigo sugere que o aumento da renda dos consumidores nestes países está provocando este estranho fenômeno do incremento do consumo, mesmo quando os seus preços sobem, caminhando cada vez mais para os de melhor qualidade. Todos sabem que na história brasileira, sempre se exportou os de melhor qualidade, ficando os mais modestos para o consumo interno por muito tempo.

Todos chamam a atenção que os consumidores brasileiros passaram a apreciar os de melhor qualidade, como destaca Isabela Raposeiras, dona do Coffee Lab que se sobresai em São Paulo por oferecer com sofisticação produtos de qualidade diferenciada. Ao mesmo tempo em que se prepara baristas, profissionais para o preparo adequado da boa bebida, para que as melhores matérias primas proporcionem as de alta qualidade, que possam ser apreciadas num ambiente adequado. Sou daqueles que começaram a trabalhar cedo num estabelecimento bancário que provava os cafés estocados que serviam de garantia para operações bancárias, espalhando o perfume inesquecível dos que estavam sendo torrados.

clip_image002                 Parte da dependência do Coffee Lab da Isabela Raposeiras em São Paulo

Na minha modesta opinião, pois o café proporciona oportunidade para as mais variadas posições, o enigma consiste no aumento da procura de bebidas de melhor qualidade, quando chegaram ao Brasil os hábitos inicialmente de cafés preparados nas máquinas italianas, com vapores para extraírem de uma porção de pó mesmo de qualidade modesta, do que se convencionou chamar de café expresso, que podia ser mais fortes, os conhecidos como curtos ou mais fracos. Apresentavam já as possibilidades de misturas com leites e assemelhados.

Depois de muito tempo evoluiu-se para as máquinas que trabalham com as cápsulas que apresentam um blend de diversos cafés, para proporcionarem sabores padrões para os mais variados gostos, desde os mais fortes até os mais fracos. Na medida em que os consumidores foram se acostumando com sabores variados, voltou-se para a sofisticação dos cafés de melhor qualidade, com bebidas que apresentam variações ricas como dos vinhos.

Segundo informações do artigo referido, o volume do consumo brasileiro ultrapassou o dos Estados Unidos, que ajudaram a disseminar cadeias de café pelo mundo. Certamente não eram os de melhor qualidade, perdendo para os europeus neste quesito. Agora, também se disseminam redes de cafés de melhor qualidade, com consumidores capazes de distinguir os de diferentes regiões e inclusive de determinadas fazendas, que procuram valorizar os seus produtos que não se destacam pela quantidade.

Os tratamentos das matérias primas também se sofisticaram, bem como os pontos de suas torragens, que na média eram exageradas no Brasil. Muitos dos atuais chegam ao nível dos utilizados pelos provadores, que permitem distinguir melhor a qualidade das bebidas, bem como sua acidez.

Estes avanços chegam em boa hora, mostrando que há uma mudança cultural no consumo do café, para proporcionar aos consumidores um prazer difícil de ser obtido por outras bebidas.


App de Mensagens Japonês Line Ganha Força

22 de abril de 2014
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais, Notícias | Tags: , ,

Texto de Leandro Silva

A nova moda dos smartphones do mundo todo é a troca de mensagens instantâneas através dos aplicativos conectados à internet. No Japão, o aplicativo Line é a grande potência desse segmento e ganhou dezenas de milhões de usuários combinando mensagens com desenhos bonitos, por exemplo, o rosto de bochechas rosadas, segundo notícia publicada no The Wall Street Journal por Eric Pfanner. Porém, quando chegou ao Brasil, o aplicativo Line não obteve grande sucesso e encontrou grande concorrência com o americano WhatsApp e o chinês WeChat e precisou mudar um pouco as características do seu lay out, enxugando seu sorriso, melhorando seu dorso e adicionando gíria local no seu vocabulário de desenho animado. A popularidade cresceu bastante depois disso.

Os chamados aplicativos de mensagens, que fornecem mensagens de texto livre sobre celulares através da Internet, têm atraído centenas de milhões de fãs em todo o mundo pela eficiência dos serviços que esse meio tem oferecido, seja por trocas de fotos, vídeos e até documentos. As mensagens de textos através dos smartphones chamaram ainda mais a atenção do mundo, depois que Mark Zuckerberg, do Facebook, fez a maior compra de um aplicativo da história, o WhatsApp por US$ 19 bilhões. Ultrapassando a compra do app de fotos Instagram, a maior transação do dono do Facebook até então, pelo qual pagou pouco mais de US$ 1 bilhão.

Facebook e outros têm aplicativos de mensagens como um canal para os mais de 1,5 bilhão de usuários de smartphones em todo o mundo, num momento em que as pessoas estão cada vez mais conectadas. Segundo o diretor de operações da Line Corp’s, “vemos Line como um portal para o smartphone e países como os Estados Unidos são prioridades para nós.”

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Fora da Ásia, o app Line ganhou força na Espanha, e no ano passado assinou parcerias de marketing com os dois maiores clubes de futebol do país, Barcelona e Real Madrid, oferecendo caricaturas chamadas adesivos de jogadores das duas dessas equipes. O país tem cerca de 24 milhões de smartphones e, desse montante, Line tem 16 milhões de usuários registrados na Espanha.

Na América Latina, o maior número de registros de Line é no México, com 10 milhões de usuários. Com base nesse dado, Line começou sua grande campanha publicitária na televisão dos Estados Unidos pela Telemundo e Univision e outras redes que servem o público hispânico. Com uma estimativa de 175 milhões de usuários ativos mensais em todo o mundo e ocupando a 3° posição atrás do WhatsApp e Wechat respectivamente. Não há rumores que o Line siga os passos dos fundadores do WhatsApp para uma futura venda.

“Nós realmente não achamos que precisamos de um parceiro agora”, disse Takeshi Idezawa, da Line. “Se decidirmos que um parceiro é necessário para nós para tornarmos o número um no mundo, poderíamos considerar isso.”


Xi Jinping e o Poder Militar Chinês

14 de março de 2013
Por: Paulo Yokota | Seção: Editoriais, Notícias, Política | Tags: , , , | 4 Comentários »

Jeremy Page é um jornalista do Wall Street Journal especializado em China, e no seu artigo mais recente aborda o papel que o Xi Jiping já desempenha no comando efetivo da área militar chinesa. Com os seus pronunciamentos relacionados com o seu China Dream, já vem exercendo o papel de supremo comandante militar, como nunca se viu antes naquele país. Ele afirma que seus antecessores não tiveram uma posição tão determinada, como revelado na visita ao destróier Haikou de mísseis guiados que patrulham as águas disputadas no Mar da China Meridional. Tudo indica que quer comunicar ao mundo que aquele país vai desempenhar um papel fundamental na área, mesmo sem querer um confronto com os Estados Unidos e seus aliados. Os países envolvidos em disputas como o Japão sentirão o peso militar que a China está dando para esta área, que corresponde ao econômico.

Este China Dream significa uma nação forte, e para os militares um poder militar poderoso. Ele também fez uma visita ao programa espacial da força aérea com seus mísseis, o que é uma novidade entre os líderes chineses no exercício do seu poder nos primeiros 100 dias. Eles esperam igualar o poder militar dos Estados Unidos até meados do século. E os militares voltam a recuperar o seu poder na elite política chinesa. Existem alguns que interpretam que ele está tentando consolidar o apoio dos militares para as reformas que a China necessita para continuar com o seu desenvolvimento, e até reduzir o impacto das notícias de corrupção.

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Xi Jinping a bordo do destróier Haikou e primeiro porta-aviões chinês Lioning

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Uso das Redes Sociais no Brasil

5 de fevereiro de 2013
Por: Paulo Yokota | Seção: Cultura, Economia, Editoriais, Notícias, webtown | Tags: , , ,

Um artigo publicado por Loretta Chao no Wall Street Journal informa que o Brasil é a capital universal da rede social, o maior destaque no mundo emergente, pois a China ainda impõe algumas restrições bloqueando alguns sites como do YouTube, Facebook e Twitter. Aqueles que utilizam o Facebook estimam-se já cheguem a 65 milhões. O YouTube está permitindo muitos que ingressaram na nova classe média se tornarem conhecidos por todo o país rapidamente, de forma que surpreendem até os usuários. O artigo tenta entender porque isto acontece no país, e a articulista constata que o brasileiro costuma ser muito aberto para estabelecer contatos com outros não conhecidos, mais que outras populações e em qualquer ambiente, como no elevador ou no restaurante.

Também constata que o Brasil foi em 2012 o maior mercado que utiliza o Google, e as vendas pela internet acusam crescimentos respeitáveis. O Twitter também tem muita utilização. Do exterior existe um grande interesse sobre o Brasil, informando que o tempo de utilização para todas estas mídias sociais chegou em setembro último a 361 minutos por mês por usuário. Ainda assim, a publicidade que utiliza estes instrumentos é relativamente baixa, correspondendo a cerca de 10% para os anúncios digitais, havendo também algum receio que dados pessoais e familiares sejam utilizados para finalidades escusas.

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Aceleração do Crescimento da Economia Mexicana

17 de setembro de 2012
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais, Notícias | Tags: , , ,

Num artigo dos jornalistas David Luhnow e Bob Davis publicado pelo The Wall Street Journal informa que o México, cuja economia vem se destacando na América Latina pelo crescimento, aproveita a elevação dos salários na China para recuperar algumas atividades industriais que tinha perdido. Mantendo um sistema de livre comércio com os Estados Unidos e o Canadá, estabeleceu uma zona onde se instalam as indústrias conhecidas como “maquiadoras” que destinam sua produção principalmente para o mercado norte-americano. Vinha sofrendo a concorrência da produção feita na China, que volta ser competitiva no México.

Diversas empresas de consultoria econômica e empresarial confirmam que as empresas instaladas no México contam com vantagens comparadas com as instaladas na China e nos Estados Unidos para aproveitamento do mercado norte-americano. As produtividades no México são mais elevadas que as chinesas, e a proximidade do mercado determinam custos de transportes mais baixos e prazos de entrega menores. Os seus custos são mais baixos que nos Estados Unidos, ainda que existam problemas como da elevada criminalidade ligada às drogas. Muitas indústrias estrangeiras de automóveis estão instaladas no México. E os mexicanos conseguiram montar uma cadeia de suprimento para o mercado dos Estados Unidos.

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