Tentando aproximar a Ásia da América do Sul e vice-versa

Resíduo Plástico Ajudaria na Redução do Aquecimento Global

22 de julho de 2015
Por: Paulo Yokota | Seção: Cultura, Editoriais e Notícias | Tags: , ,

clip_image002Muitos cientistas no mundo estão procurando resolver mais dois problemas graves que afetam hoje a humanidade de forma simultânea. A eliminação de parte dos lixos contribuiria também para a redução do aquecimento global.

Novas tecnologias para a eliminação dos resíduos plásticos

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Provocativa Entrevista de Joichi Ito da Midia Lab

3 de janeiro de 2012
Por: Monja Coen | Seção: Cultura, Editoriais, Notícias, webtown | Tags: , , , ,

Muito interessante e provocativa a entrevista concedida por Joichi Ito, novo jovem diretor da Midia Lab MIT, para a jornalista Luciana Coelho que está em Washington, publicado na Folha de S.Paulo de hoje, e com a íntegra da mesma na Folha.com , com o título “Não há nada que não seja afetado hoje pela internet”. É preciso admitir que já ocorreu uma verdadeira revolução no mundo a partir dos trabalhos efetuados no Vale do Silício, liderado por alguns gênios, e que se generalizaram em todos os setores que envolvem a informática.

O estímulo à criatividade, fugindo dos padrões tradicionais da educação, acabou sendo disseminado e atividades humanas que exigem constantes inovações dependem, na sua eficiência, de sistemas que facilitem atividades fora da rotina do dia a dia, mesmo nas empresas. Constata-se que isto acabou ocorrendo em maior ou menor grau em todas as atividades humanas, acelerando o conhecimento de novas tecnologias em variados setores.

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Joichi Ito em ação na Midia Lab MIT

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Novas Realidades na Mineração do Ouro

23 de novembro de 2011
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais, webtown | Tags: , ,

Com os elevados preços que o ouro vem alcançando no mercado internacional, notadamente com os receios das desvalorizações das diversas moedas e a natural procura de segurança nos períodos de grande instabilidade na economia mundial, ampliam-se as atividades para a mineração deste precioso metal. Além das românticas explorações que continuam ocorrendo em muitos lugares da Amazônia, sabe-se que este minério é também encontrado em pequenas proporções misturadas com outros, exigindo tecnologias sofisticadas e empresariais para serem exploradas. Grandes volumes de terras e outros minérios necessitam ser utilizados para a sua separação, como a que está sendo noticiada no site do Globo, que destaca a participação até de mulheres no manejo de pesados equipamentos que movimentam até 240 toneladas de materiais.

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Mulheres atuam na mineração manejando grande equipamentos. Foto: O Globo/Divulgação

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Nióbio Brasileiro com Participação Asiática

4 de março de 2011
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia | Tags: , ,

O nióbio, produto pouco conhecido pelos leigos, tem sido um dos mais importantes no intercâmbio bilateral do Brasil com o Japão por muitos anos, e agora ele expande a sua influência pela Ásia. O Valor Econômico e muitos importantes jornais no mundo anunciam que um importante consórcio asiático de japoneses e coreanos adquiriu 15% do capital da CBMM – Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração, produtora e exportadora de nióbio, pertencente ao grupo Moreira Salles.

Este produto vem sendo explorado em Araxá, Minas Gerais, e é utilizado pela indústria siderúrgica para aumentar a resistência, tenacidade e leveza do aço. Por décadas, os japoneses são os clientes tradicionais, tendo sido suplantados em volume pelos chineses recentemente. Esta participação do consórcio nipo-coreano é justificado pelos aperfeiçoamentos tecnológicos que podem acelerar, o que pode beneficiar até o pré-sal que, dada a sua profundidade, vai exigir aços de grande leveza.

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Novas Iniciativas da Klabin

28 de setembro de 2010
Por: Paulo Yokota | Seção: Empresas | Tags: , ,

Se existe um segmento industrial onde o Brasil hoje é altamente competitivo no mundo, trata-se do papel de celulose. Muitas inovações vieram sendo introduzidas desde a época em que o “pinus” mostrou-se mais eficiente que as florestas da Escandinávia para a produção de celulose. O eucalipto, que era considerado como produtor de fibras curtas, de baixa qualidade, acabou-se revelando adequado para as condições naturais do país, em muitas regiões de solos pobres, atendendo parte substancial do mercado de papéis.

Mas o mercado mundial continua se sofisticando, apresentando novas demandas. E a Klabin, uma grande produtora brasileira de papel e uma importante fornecedora da Tetra Pak, a maior produtora de embalagens para alimentos líquidos, passa a produzir papel cartão para esta finalidade. Muitas inovações desta natureza devem continuar a ocorrer no futuro, para continuar a elevar a eficiência do setor.

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Maior Controle da Produção Agropecuária

2 de setembro de 2010
Por: Paulo Yokota | Seção: Tecnologia | Tags: , , | 2 Comentários »

Se existe uma atividade econômica fortemente sujeita aos humores climáticos, esta é certamente a agropecuária, sempre sujeita à falta de chuvas como seus excessos. Percorrendo o Brasil atual, sente-se ainda o impacto destas adversidades. Mas a humanidade vem desenvolvendo tecnologia para reduzir os riscos inerentes às estas atividades, quer pelo uso de irrigação, “vinil house”, ou estufas, quer pelo aperfeiçoamento de variedades que suportam estas limitações por mais tempo, por serem mais resistentes.

Sempre houve resistências para estas inovações, como quando o Brasil importou e cruzou os zebuínos indianos com o gado local. Ou quando passou a utilizar o eucalipto para reflorestamento e produção de madeiras, celuloses ou papéis. Mesmo quando introduziram variedades de gramíneas mais resistentes para as pastagens nacionais, como os provenientes da África.

Foto Paulo Kurtz_Embrapa Trigo

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O Setor de Calçados no Brasil e no Mundo

16 de agosto de 2010
Por: Paulo Yokota | Seção: Tecnologia | Tags: , ,

Se existe um setor industrial no Brasil que já passou por altos e baixos é o de calçados, que se prepara agora para competir com as mais conhecidas em todo o mundo, como a Nike e a Adidas, além da pirataria que existe por todas as partes. Apesar de dispor de matérias-primas como o couro, o Brasil ainda não dispunha de design e tecnologia para competir no mercado internacional há algumas décadas. Mas seus empresários foram suficientemente competentes para se tornarem players importantes no mundo.

Quem não conhece as histórias de sucesso como da Azaléia e da Alpargatas que, de matérias-primas plásticas, conseguiram com o seu design criativo conquistar uma parcela importante no mercado internacional, onde a concorrência é das mais acirradas. Nos calçados esportivos, como o tênis, grandes marcas mundiais efetuam as mais caras campanhas de publicidade, mas seus empresários entram no jogo, investindo fortemente na tecnologia.

Pedro Bartelle, diretor de marketing da Vulcabras, em foto de Neco Varella, da Agência Estado

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Mirando o Futuro

11 de agosto de 2010
Por: Paulo Yokota | Seção: Editoriais | Tags: , , ,

No atual mundo globalizado, não parece conveniente ficar somente nos comentários sobre alguns assuntos específicos, mas considerar o conjunto das informações que chegam a todos os analistas. Noticia-se que o intercâmbio bilateral do Brasil com a China cresceu e que já estamos entre os dez primeiros parceiros comerciais, com o aumento brasileiro do fornecimento de petróleo e minérios. Certamente, a Petrobrás e a Vale têm um papel importante nesta performance. Isto é encarado por muitos como se fosse uma notícia alvissareira, quando na realidade somos concorrentes em uma série de produtos que utilizam estas matérias-primas nas fases seguintes.

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Ao lado desta, veicula-se outra notícia extremamente positiva, pois uma empresa brasileira, a Braskem, do grupo Odebrecht, consolida-se como a líder mundial no fornecimento de plásticos biodegradáveis, assunto sobre a qual trocamos ideias com seus dirigentes há algumas décadas. Utiliza o etanol como matéria-prima básica, mas já se cogita de outras fontes sustentáveis, com produções em outras partes do mundo. O lixo é um grave problema mundial.

Ora, todos sentem as dificuldades por que passa a economia mundial, com os países desenvolvidos enfrentando problemas, e os emergentes tendo que desacelerar um pouco o seu crescimento. Uma nova crise indesejável ameaça o sistema financeiro de todo o mundo, com nova disseminação das incertezas e a redução da confiança, que inibe qualquer investidor. Ao lado da resistência das instituições financeiras por uma regulamentação razoável para minimizar os riscos.

Algumas matérias-primas, inclusive agropecuárias que são importantes para o Brasil, já acusam os primeiros sinais de reversão das tendências de alta dos preços. Mas os que pensam em tecnologia precisam ter seus horizontes de prazo mais longo, como também em todos os setores básicos da economia.

É claro que as economias emergentes continuarão a crescer, mesmo com as atenções aos problemas do meio ambiente, bem como melhoria do nível de bem-estar dos assalariados. Mas não se pode esperar um crescimento contínuo, a elevadas taxas, e sim algumas flutuações naturais nos fenômenos econômicos.

Torna-se mais relevante a escolha de alguns setores onde os investimentos devem ser concentrados, por apresentarem melhores condições de concorrência internacional. É evidente que aos preços atuais, novas fontes de matérias-primas e energias serão estimuladas, aumentando a competição onde o Brasil já dispõe de tecnologia, mas que deverá continuar a evoluir.

Agregar valor ao que exportamos é um imperativo, e nem sempre o mercado é eficiente nas alocações de recursos em setores de longa maturação. Há que se contar com um mínimo de planejamento, com o Estado indutor desempenhando um papel estratégico, principalmente na geração de tecnologia de ponta.

O Brasil já comprovou que tem competência para tanto, mas é preciso que haja uma diretriz clara de política industrial para as pesquisas, formação de recursos humanos estratégicos, tributações e financiamentos adequados. Como de infraestrutura indispensável para viabilizar a competitividade internacional, fugindo da mera concepção financeira de resultados mais imediatos.

Se nós pretendemos consolidar o Brasil como uma economia desenvolvida digna deste nome, precisamos que as diretrizes para tanto fiquem claras, inclusive para provocar a galvanização de toda a sociedade num projeto razoavelmente consensual. Parece insuficiente que fiquemos nos gabando que dispomos de recursos naturais, e precisamos nos acostumar a pensar nas dimensões deste país, pois o que estamos fazendo parece que vai nos deixar distantes dos asiáticos, que estão pensando grande e a prazo mais longo.


Grandes Arranjos Internacionais

3 de abril de 2010
Por: Paulo Yokota | Seção: Empresas | Tags: ,

Grandes projetos com substanciais inovações tecnológicas estão estabelecendo novos arranjos internacionais, juntando as melhores habilidades tecnológicas e econômicas de empresas de várias origens. Os coreanos vêm se mostrando competitivos na construção naval já há muitas décadas.

Os franceses possuem boas tecnologias na área de gás, os ingleses estão associados com os holandeses na área do petróleo. Agora eles anunciam que se juntaram para projetos internacionais de grande envergadura, é o que consta do credenciado jornal japonês Nikkei.

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Representação artística de uma planta FLNG

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Matriz Energética Mundial

8 de janeiro de 2010
Por: Paulo Yokota | Seção: Editoriais | Tags: , , , , , , | 24 Comentários »

Há indícios que nos próximos anos haverá uma radical mudança na matriz energética no mundo todo, em decorrência de múltiplos fatores. Os atuais preços do petróleo vão induzir a redução dos usos dos seus derivados, principalmente nos transportes. Os norte-americanos desenvolverão pesquisas para redução da energia que importam, para reduzir a sua dependência externa. Os esforços ecológicos vão aumentar o uso de energias não poluentes. Entre outros motivos.

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