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Tentando aproximar a Ásia da América do Sul e vice-versa

Diversidade dos Pontos de Vista dos Economistas


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20 de setembro de 2012
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Por: Paulo Yokota |
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Seção: Economia, Editoriais, Notícias, webtown
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O jornal econômico brasileiro Valor Econômico vem publicando diariamente uma interessante série de artigos de economistas convidados para arriscar as previsões do que pensam do futuro da economia mundial e brasileira. Na sua maioria, de forma cautelosa, os autores procuram diagnosticar o que aconteceu recentemente na economia mundial, a partir dos Estados Unidos em 2008, fazendo alguns paralelos com o que aconteceu depois da crise de 1929, com repercussões sobre a Europa e a China, enfatizando aspectos diferentes. O primeiro da série foi elaborado pelo professor Fernando Cardim de Carvalho, da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Seguiu-se uma de Alexandre Schwartsman, professor da Insper entre outros títulos, que beirou a brincadeira, como se fora um comentário elaborado no seu centésimo aniversário. O único estrangeiro da série foi Michael Pettis que se destaca pela análise da China, por ser da Universidade de Pequim. Luiz Gonzaga Belluzzo, da Unicamp, prima por uma visão ampla, considerando ideologias. Luiz Fernando de Paula é conhecido como presidente da Associação Keynesiana Brasileira. Bernardo Guimarães é professor da Escola de Economia da FGV. Yoshiaki Nakano é diretor da Escola de Economia da FGV e sempre tem contribuições interessantes. O último publicado hoje é de Samuel Pessôa, pesquisador do IBRE – FGV. Espera-se que se sigam alguns outros.

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Fazendo um apanhado geral destas contribuições, pode-se afirmar que a maioria dos economistas expressa um tom pessimista, que pode ser atribuído por trabalharem num campo do conhecimento que trata da escassez. As limitações são físicas e não podem ser superadas somente pela vontade humana, mesmo que seja coletiva. E muitos concluem que a fase de prosperidade das últimas décadas, decorrente das inovações tecnológicas e um novo ciclo de globalização, onde o setor financeiro ficou com um papel preponderante, e acabou provocando dispêndios superiores às produções, resultando em endividamentos acima do considerado razoável pelo “mercado”.

O papel desempenhado na recente globalização pela China está devidamente destacado, representando muitos países emergentes que também tiveram o seu papel como a Índia. O caso brasileiro é considerado por muitos como beneficiário do que ocorreu no mundo, sem a devida importância para a melhoria da distribuição de renda, que não ocorreu somente no Brasil, como muitos países que tiveram multidões de novos participantes na economia mundial.

Ainda que muitos cuidados tenham sido apontados, não se destacou devidamente o comportamento coletivo, mais do campo da psicologia social, que nem sempre tem a racionalidade desejada pelos economistas. Os comportamentos de manada provocam fases de exageradas expansões, a que se seguem fases de difíceis ajustamentos, determinando ciclos que não conseguiram ser devidamente minimizados, no nosso modesto ponto de vista, agravando o que se conhece das teorias dos ciclos.

As imperfeições dos funcionamentos dos mecanismos de mercado acabaram provocando uma volta de uma forte intervenção e regulamentação governamental, notadamente nos países que estão chegando ao nível de desenvolvimento de forma retardada. As exigências de um padrão mínimo de vida e de assistência social, bem como de sustentabilidade, se tornaram imperativos, muito diferentes do que ocorria no passado.

Observa-se, do nosso ponto de vista, a falta de uma visão de estadista mais acentuada entre os colegas economistas. No New Deal keynesiano que se seguiu à Grande Depressão, desenvolveram-se programas como o do TVA – Tennessee Valey Authority que foi parcialmente adaptada na Comissão Interestadual da Bacia Paraná Uruguai, gerando um racional sistema de aproveitamento do potencial hidroelétrico da região Centro Sul do Brasil, bem como seus complementos.

Dentro das limitações brasileiras, o amplo aproveitamento dos cerrados e tudo que se relacionou com a integração dos sistemas de transportes transformaram quase a metade do Brasil de áreas de exploração extensivas para se tornar uma das mais importantes fontes de abastecimento de produtos agropecuários no mundo.

Complexos sistemas logísticos permitiram que produtos de baixo valor específico, como o minério de ferro brasileiro, chegassem de forma competitiva na Ásia, tendo como carga de retorno o petróleo do Golfo. O que parece é que, além dos investimentos efetuados, muitos recursos foram transformados em capitais que permitiram um ganho expressivo de produtividade.

Verdadeiras revoluções continuam se processando no agrobusiness bem como em todas as formas de aproveitamento mais intensivo dos recursos naturais. A biodiversidade brasileira ainda é um desafio que apresenta grandes potencialidades de aproveitamento inclusive em produtos novos ainda não cogitados.

No resto do mundo, não se pode ignorar o que vem ocorrendo nos países que ainda não mereceram destaque, mas estão mostrando um crescimento acima da média. Vejam-se casos como o do México ou da Colômbia na América Latina, ou da Indonésia e muitos outros países do Sudeste Asiático. A soma destes novos mercados podem superar as dimensões europeias, que na introdução do euro não se considerou as necessidades de uma Federação ou Confederação.

Estas limitações podem ser encontradas em outros casos. Quando se efetuou a última reforma fiscal no Brasil, mesmo com os subsídios de Richard Musgrave e de Vitor Tanzi, não se percebeu que a introdução de impostos de valor adicionado exigiram Estados unitários, e nas Federações como a brasileira utilizavam impostos de vendas.

No fundo, além das histórias, geografias e outros conhecimentos que extravazam os limites da economia precisam também ser considerados. Bem como as limitações impostas pelas necessidades políticas, que também precisam ser atendidas. Não se faz o que se deseja, mas o que é possível. Aqueles que possuem experiências da administração pública acumularam conhecimentos como o da antropologia organizacional que acrescentam suas dificuldades em muitos programas.

Os que ficam limitados às suas considerações acadêmicas tendem a subestimar estas dificuldades, bem como suas potencialidades, quando existe um programa capaz de galvanizar a sociedade, gerando forças que sempre foram aproveitadas pelos populistas e pelas propagandas dos regimes autoritários.

A consolidação política, democrática e republicana não pode ser subestimada, como está se observando nas transições de regimes autoritários para estágios superiores de convivência de grupos que pensam e têm valores diferenciados.

O processo de desenvolvimento é marcado pela superação contínua das dificuldades e limitações, para que outras passem a merecer atenções. Não é possível ficar restrito ao campo da economia, mas exigem uma consideração sistêmica que envolve os mais variados campos do conhecimento humanístico. A política econômica é uma arte, não uma ciência, e o exagero daqueles que pensam a política econômica com o uso de instrumentais econométricos, monetários e fiscais, correm o risco de não captarem a essência destes processos.

A humanidade já foi capaz de superar dificuldades maiores que as presentes, e os que consideram que o atual crescimento da economia norte-americana estimada em cerca de 2% é insuficiente, ou que consideram que o crescimento de 2,5% da economia japonesa é baixa, e que um possível crescimento de 5 a 7% da economia chinesa é um “hard landing” podem estar exagerando no seu pessimismo.

Todas as economias necessitam de ajustamentos ou reformas, e muitas tentativas estão sendo efetuadas como no Brasil. Mesmo as duras medidas propostas por Angela Merkel e Mario Draghi estão sendo tomadas, e os que supõem que o custo é alto devem considerar os das Primeira e Segunda Guerra Mundial que devastou toda a Europa.

Os economistas deveriam acreditar um pouco mais nos povos que já superaram privações mais duras que as presentes, e que tais desafios sempre são fontes inspiradoras de forças criativas.


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