Tentando aproximar a Ásia da América do Sul e vice-versa

Força Aérea dos EUA Desloca Drones Para a Base de Yokota

3 de Maio de 2017
Por: Paulo Yokota | Seção: Editoriais e Notícias, Política | Tags: , ,

clip_image002Dentro do acordo militar dos EUA com o Japão, cinco drones de elevada altitude foram deslocados para a Base Aérea de Yokota, próxima da capital japonesa, Tóquio, para acompanhar em tempo real possíveis movimentações de mísseis balísticos e em instalações nucleares da Coreia do Norte, o que conseguem com grande precisão.

Foto do drone RQ-4 Global Hawk de elevada altitude que foi deslocado para a Base de Yokota, próxima a Tóquio, para acompanhar as movimentações na Coreia do Norte

Estes drones que operam a altitudes em torno de 15.240 metros, acima dos níveis usuais para aviões comerciais, possuem a capacidade de acompanhar on time movimentações como na Coreia do Norte de mísseis balísticos e em instalações nucleares e fazem parte do Grupo Reconnaissance 69 Detachment. Juntos com 110 funcionários, incluindo mecânicos, que normalmente operam na Base Aérea de Andersen, da Força Aérea norte-americana em Guam, visando acompanhar a evolução dos tufões na região.

A notícia estampada no The Japan Times é originária do jornal Stars and Stripes citando o comandante do Destacamento I, Jeremy Fields. Este jornal se destina a manter os militares norte-americanos informados, principalmente quando se encontram no exterior.

O drone será controlado da Base de Yokota por controle remoto durante as decolagens e aterrissagens. Após atingir uma altitude mínima serão operados do território dos Estados Unidos, podendo obter imagens de grandes precisões. As autoridades locais japonesas solicitaram o máximo cuidado nestas operações, inclusive para o Sistema de Autodefesa do Japão, ainda que estes drones não tenham funções ofensivas.

A situação na região está tensa, mas as autoridades japonesas que estão em constantes contatos por intermédio do primeiro-ministro Shinzo Abe e o presidente Donald Trump pelo telefone. Solicitaram aos jornalistas evitar viajar para a Coreia do Norte. Somente operações humanísticas estão sendo permitidas naquele país.



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