Tentando aproximar a Ásia da América do Sul e vice-versa

Bill Gates e a Crise Atual

24 de abril de 2020
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia e Política, Saúde | Tags: , , , , | 2 Comentários »

clip_image002Bill Gates é um empresário bem-sucedido com o que ele obteve com a Microsoft, onde se mantém como acionista principal, mas suas atuações recentes estão concentradas na sua fundação que opera com sua esposa, apoiando projetos relevantes para a humanidade, como os relacionados com os problemas atuais do coronavírus.

Bill Gates na foto da entrevista que deu para o China Daily, que vale a pena ser lida na íntegra

Leia o restante desse texto »


Uma Política de Longo Prazo Para o Petróleo Brasileiro

8 de maio de 2018
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia e Política, Editoriais e Notícias | Tags: , , ,

clip_image002Um país como o Brasil, que já enfrenta muitos problemas pela falta de uma política de longo prazo, notadamente na exploração do petróleo, conta com uma rara oportunidade para optar por uma visão, mostrando que, mesmo com as dificuldades presentes, somos realmente um país com grande futuro, contando com alternativas limpas e viáveis.

Corais na foz do Amazonas, mapa do Greenpeace

Leia o restante desse texto »


O Que Poderia se Fazer no Brasil Atual (3)

23 de fevereiro de 2015
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais, Notícias, Política | Tags: , , ,

clip_image001Acreditamos que o Brasil tem as condições para chegar a ser um país desenvolvido, utilizando bem a sua população, que tem grande flexibilidade e qualidade, e todos os recursos que dispõe de forma abundante na natureza. Isto depende totalmente de nós.

A cantora Telma Bonelli cunhou esta feliz expressão

Leia o restante desse texto »


AGC é Multinacional de Origem Japonesa

18 de abril de 2012
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais, Notícias, webtown | Tags: , , ,

Desde 2009, a Asahi Glass Company, que é uma multinacional que se originou no Japão em 1907, passou a ter a sua sede em Bruxelas, na Bélgica, trabalhando com vidros planos. Atua em 30 países em todo o mundo, com forte presença nos Estados Unidos, na Europa e na China, bem como em toda a Ásia. Com faturamento anual de US$ 15 bilhões, instala agora a sua primeira unidade no Brasil, com uma visão de longo prazo, devendo produzir vidros planos, principalmente os voltados à construção civil e à indústria automobilística. O mercado japonês só representa 35% de suas operações. Dispõe de produtos de alta tecnologia como o “Sunbalance Aqua Green” e o “Sunbalance Pure Clear”, que é ecológico e mantém o ambiente interno resfriado no verão, aquecido no inverno e claro durante o dia. Dispõe de empresa voltada à pesquisa e possui uma atitude correta com relação à informação para o público, bem como sua responsabilidade social, devendo contribuir com os trabalhos executados pelo Instituto Ayrton Senna no Brasil.

Seu presidente, Kazuhiko Ishimura, deu uma entrevista para Vanessa Dezem, do Valor Econômico, informando a estratégia da empresa de ampliar suas atuações no Brasil e em outros países emergentes. Esclareceu que a economia japonesa já vinha crescendo modestamente bem antes dos recentes desastres naturais, o que os levou a atuar como uma verdadeira multinacional, visando os mercados que estão em expansão.

topmes_pic4

Kazuhiko Ishimura

Leia o restante desse texto »


Indústria Naval Brasileira

16 de agosto de 2010
Por: Paulo Yokota | Seção: Tecnologia | Tags: , ,

O jornal Valor Econômico acaba de divulgar o seu Valor Setorial cobrindo o panorama atual da Indústria Naval no Brasil, que passa por um momento de grandes investimentos. Ainda que este estudo seja tardio, ele é útil, mas poderia cobrir em sua análise um período mais longo, pois se trata de um setor onde os investimentos são de longa maturação. A evolução dos últimos 10 anos mostra a expansão do número de empregados, mas se for tomado um período mais longo, pode-se lamentar que este nível já tinha sido atingido há décadas, e se trata somente de uma tardia recuperação.

O Brasil já contou com a maior indústria de construção naval do mundo, no início da década dos anos 80 do século passado, lançando mais navios que o Japão e a Coreia, cerca de um milhão de DWT anuais, tendo uma capacidade nominal para o seu dobro. Estamos hoje defasados tecnologicamente e para a exploração do pré-sal necessitamos aumentar o percentual de importação, pois esta atual indústria naval não tem condições ainda de sequer montar as nossas necessidades atuais, importando tudo que é relevante nestas embarcações. Um pouco mais de espírito crítico ajudaria a proporcionar um quadro mais realístico da nossa situação.

Leia o restante desse texto »