Tentando aproximar a Ásia da América do Sul e vice-versa

Os Problemas Que Ocorrem Nos Oceanos

17 de outubro de 2013
Por: Paulo Yokota | Seção: Depoimentos, Editoriais, Notícias | Tags: , ,

Andrés Velasco já ocupou diversos cargos importantes no Chile, em organizações internacionais e é atualmente professor da Universidade de Columbia, fazendo palestras em importantes universidades norte-americanas, como Harvard e New York. Seu artigo publicado no Project Syndicate aponta os riscos por que está passando os oceanos, assunto que deverá ser discutido no Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas. Além do aquecimento que está sendo detectado pelos cientistas, ele afirma que o Programa Internacional sobre o Estado dos Oceanos informa que, além do dano à vida marinha com a pesca destrutiva e a poluição, outros problemas estão sendo gerados. Os oceanos fornecem pelo menos a metade do oxigênio que respiramos e eles absorvem mais dióxido de carbono do que as florestas.

A degradação é particularmente grave no alto-mar que deveria ser governado internacionalmente, que compreende dois terços dos oceanos e 45% da superfície terrestre. A Global Ocean Commission, uma iniciativa independente à qual ele se junta neste ano, apresentará uma recomendação como restaurar os oceanos plenamente, recuperando sua produtividade ecológica.

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Andrés Velasco

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Dicas Haruki Murakami Para Manter Charme Jovial

22 de junho de 2012
Por: Naomi Doy | Seção: Depoimentos, webtown | Tags: , | 13 Comentários »

Conversava-se de tudo no site de diálogo com leitores que o escritor Haruki Murakami manteve entre 1996 e 1999: ele respondia com verve e dicas espirituosas às perguntas pertinentes e impertinentes de seus fãs. Em 2000, a editora Asahi Shimbun-sha, Tóquio, compilou saboroso livrinho selecionando 282 perguntas dentre os mais de 6.000 e-mails enviados por internautas: Souda, Murakami-san ni kiite miyou (É isso, vou perguntar pro Murakami-san). Entre outros assuntos, pondera o escritor que, próximo dos quarenta anos, homens japoneses já começam a relaxar, adquirem ares de oji-san, “tiozões” – quando hoje em dia a onda ikemen (pós-metrossexuais) fazem japoneses entre 20 e 35 anos se superproduzirem em salões e terem cabelos, unhas e pele melhor cuidados que mulheres. Vamos às “dicas Murakami-san pra não ficar com jeitão de oji-san”:

1. Shisei tadashikumantenha postura ereta, ande com leveza, não arraste os pés. 2. Comer e mastigar silenciosamente. 3. Não palitar dentes em público, muito menos circular com palito nos cantos da boca. 4. Caprichar na higiene bucal. 5. Alimentar-se saudavelmente, fugir de junk food. 6. Não falar alto nem gargalhar ruidosamente em público quando em grupos. 7. Não dar bandeira fashion-exibicionista esbanjando em grifes caros (roupas, objetos pessoais, eletrônicos, carros etc.). 8. Mas aposte nas roupas íntimas: nunca arrematá-las em supermercados nem em liquidações. 9. Seja original, tenha ideias próprias: não fique papagueando opiniões ouvidas de outrem. 10. Assistir ao mínimo de TV, mas ler, e ler muito (jornais, revistas, livros). 11. Guchi o kobosazu: não se fazer de vítima choramingando pelos cantos.

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Escritor Haruki Murakami e Amy Chavez, cronista do The Japan Times).

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Terraços Agrícolas do Vale Sagrado dos Incas no Peru

15 de junho de 2012
Por: Naomi Doy | Seção: Cultura, Depoimentos | Tags: , , , , , , , | 4 Comentários »

Povos que habitavam (e habitam) altas regiões de ares rarefeitos e clima inóspito desenvolveram técnicas de sobrevivência que constituem exemplos para a humanidade hoje perdida entre progressos da ciência e da tecnologia. Terraços agrícolas nas encostas de altas montanhas da Ásia ensinam um modo de viver comungado com a natureza – na Indonésia, Vietnã, Filipinas, e a Sudoeste da China, na região de Yunan, nas fraldas do Himalaia (Love and respect: Hani in tune with nature – China Daily, e Os terraços de arrozais de Honghe Hani da China – Asiacomentada, 11/junho/2012).

Outra civilização mítica cultivou vida superior calcada na comunhão da terra e do céu, preservando a natureza sagrada, a Mãe Terra – Pachamama - que lhe dava sustento. Das civilizações mais avançadas da América do Sul, com refinados conhecimentos em astronomia, engenharia e agricultura, os incas criaram um dos maiores impérios pré-colombianos, que, desde o Peru, dominaram terras hoje pertencentes à Bolívia, Chile, Equador e Colômbia. Embora Machu Picchu seja a joia dessa civilização, para bem entender suas construções, seus templos, crenças e conhecimentos, há que visitar outras cidades e vilarejos ao longo do Vale Sagrado dos Incas. Os incas acreditavam que o vale do Rio Vilcanota (formado pelas corredeiras e riachos provenientes das geleiras dos Andes) era a representação do céu na terra, seu percurso formando par perfeito com a Via Láctea. Por todo o vale ruínas contam a história de um povo que vivia em harmonia com a natureza, aproveitando a fertilidade do solo, abundancia de água e clima propício. Construíram as andenes, terraços horizontais amalgamados por contenções de pedras, nas encostas das montanhas, para melhor aproveitar espaços. Eram tão eficientes que, se outros povos passavam fome, os andinos produziam e estocavam com fartura.

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Reflexos, Agilidades e o Doce Pássaro da Juventude

8 de junho de 2012
Por: Naomi Doy | Seção: Depoimentos, webtown | Tags: , , ,

Demonstração de ginástica de expressão corporal por garotada de 10 anos de idade. Impressiona a fácil agilidade e flexibilidade das crianças, a perfeita sincronia de tempo e movimentos. “Eu também era craque em dar cambalhotas nessa idade, mas com as mãos no chão, não essas cambalhotas no ar”, comento. De pronto me corrigem: “Tia, isto não é cambalhota, é salto mortal carpado!” Tá. Claro, salto mortal, duplo, triplo, estilo Daiane dos Santos… Os riscos? Bom, crianças as praticam sobre colchões reforçados. Bonito de se ver, mas dá um frio…

Há alguns anos, em final de campeonato interclubes de tênis, categoria pré-veteranos, o vencedor, após matar a última bola, corre para o cumprimento de praxe, mas em vez de esperar o oponente junto à rede, ensaia pular por cima para ir ao seu encontro no outro lado da quadra. Aos quarenta e poucos anos, talvez se sentisse no auge da forma e fizera isso já outras vezes: afinal estava na moda imitar o irreverente John McEnroe – que, além de pular redes, comemorava vitórias com “cambalhotas no ar”. Aos vinte anos, número um do ranking mundial, ele podia. O nosso pré-veterano foi infeliz, enroscou-se na rede, foi de cara ao chão, felizmente de saibro, saiu apenas com escoriações no nariz e nos joelhos. Ao festejar seus gols, jogadores brasileiros estão proibidos de exibir manifestações mais empolgadas, me contaram, por conta de um infeliz salto mortal que deu errado e quase levou um boleiro a graves sequelas. Aliás, não é linda a alegre coreografia ensaiada e ritmada dos brasileiros no gramado, a cada gol que fazem?

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Tamae Watanabe  /  Monte Everest

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Pico do Jaraguá / Corcovado, no Rio de Janeiro / Escadarias da estação do Metrô República

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Pets Galvanizam Atenções da Hora

1 de junho de 2012
Por: Naomi Doy | Seção: Depoimentos, Notícias, webtown | Tags: , , , ,

Cachorros estão na ordem do dia. Com nomes prosaicos como Zeca e Bella, ou sintomáticos como Flap, Beast ou Bandit, e raças desde fiéis SRD ou irrequietos fox paulistinhas e jack russels, a exóticos pulis, pugs, staffordshire terriers: eles são assuntos – em colunas de jornais, nas redes sociais, em boletins policiais. Nos EUA, Beast, da raça puli, atraiu mais atenção do que os seus donos na badalada cerimônia do casamento surpresa destes, em Palo Alto, Califórnia: no mundo inteiro, o perfil do Beast e imagens dele “levando” a noiva para junto de Mark Zuckerberg foram compartilhados por mais de 600 mil internautas. Sua fofura branca combinou esplendidamente com o vestido da Priscilla Chan, comentaram colunistas sociais.

Enquanto isso, em São Paulo, o belo staffordshire Zeca é resgatado pela polícia: arrolado como “da hora” junto a outros bens sequestrados por ladrões em arrastão a prédio da cidade, Zeca teve fotos postados em rede social pelo dono, na busca angustiada para encontrá-lo. Compartilhado por mais de 6.000 pessoas, Zeca se tornou tamanha celebridade, os bandidos tiveram que largá-lo numa favela. Para felicidade geral da cidade.

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Priscilla Chan com Beast / Zeca foi resgatado

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Spa para cães no Japão / Serviço de manicure para cães no Japão

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O Universo Infantil em Hirokazu Kore-eda

21 de maio de 2012
Por: Naomi Doy | Seção: Depoimentos, Livros e Filmes, webtown | Tags: , , ,

Considerado por alguns como herdeiro cinematográfico de Yasujiro Ozu, o diretor Hirokazu Kore-eda igualmente preza temas sociais que envolvem laços de família e relações humanas complexas. Seu mais recente filme, Kiseki – O que eu mais desejo, 2011, que acaba de estrear em São Paulo, fala de adoráveis crianças, focalizando o universo infantil numa releitura ao mesmo tempo muito similar e bem diversa da concebida por Ozu, por exemplo, em Ohayoh (Bom dia), 1959.

Como Ozu, Kore-eda é fã de trens e ferrovias, mas não mais os lentos e românticos trens que iam e vinham carregando sonhos, esperanças e saudades. Kore-eda quis documentar a chegada dos trens balas Tsubame e Sakura que iriam ligar as cidades na Ilha de Kyushu de Fukuoka (ao norte) e Kagoshima (ao sul). Para isso, usou a história de dois irmãos vivendo separados, naquelas cidades, após o divórcio dos pais. O anseio do irmão mais velho é ver a família reunida de novo. Ao ouvir sobre lenda de que desejos se realizariam se pedidos fossem feitos na interseção de dois trens-balas, vindos de direções opostas, o garoto Koichi resolve levar avante plano de se encontrar com o irmão mais novo, Ryu, no meio caminho onde os trens passariam pelo outro em grande velocidade. Cada qual recebe adesão de colegas de classe, todos eles trazendo desejos ancorados em anseios que abrandariam problemas em suas tenras vidas: sagrar-se astro de baseball seguindo os rastros do ídolo Ichiro Suzuki, do Seattle Mariners; virar celebridade cintilante do show biz como as estrelas do Arashi ou AKB 48; tornar-se designer ou maratonista de ponta etc.

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Cenas do filme O que eu mais desejo,

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Vulcão Sakurajima /  Kyushu Shinkansen, tsubame-sakura

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Estes Nossos Maravilhosos e Vulneráveis Órgãos da Visão

18 de maio de 2012
Por: Naomi Doy | Seção: Depoimentos, Saúde, webtown | Tags: , , , ,

Oftalmologistas alertam: a chegada do inverno com queda de temperatura, baixa umidade e o resfriamento do ar deixam os olhos mais vulneráveis a irritações, agravando problemas como a síndrome do olho seco e a conjuntivite. Clima seco e aumento da poluição são fatores ambientais que fazem os olhos sofrer. Salas com calefação e ar condicionado, uso contínuo e prolongado de computadores, sem pausas adequadas para descansar os olhos, podem piorar ainda a situação. A desagradável sensação de secura, cansaço visual e vermelhidão podem ser aliviados por colírios de “lágrima artificial”, se adequadamente indicados por médico oftalmologista.

Por outro lado, exposição à intensa radiação solar de verão tropical, como no Brasil, pode provocar fotofobia: olhos vermelhos, sensação de corpo estranho, lacrimejamento. Recomenda-se proteção redobrada quando ficamos expostos ao sol e aos raios ultravioletas. Hoje em dia, existem excelentes lentes escuras que proporcionam proteção e conforto, absorvendo as radiações luminosas insalubres. São lentes fotossensíveis, fotocromáticas ou tingidas – cuja adequação para óculos individuais deve ser também conferida pelo oftalmologista. O brilhante sol tropical do Hemisfério Sul muitas vezes é tido como vilão para a saúde dos nossos olhos.

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Idiossincrasias e Herança Cultural Barram Fluência em Inglês

11 de maio de 2012
Por: Naomi Doy | Seção: Cultura, Depoimentos, webtown | Tags: , ,

Nos meios acadêmicos esclarecidos, cada vez mais se reforça a ideia da internacionalização do ensino superior brasileiro. Mas a língua portuguesa ainda barra o intercâmbio de estudantes e professores estrangeiros, pois a maioria das aulas e exames de pós-graduação é ministrada somente em português. O ministro Aloísio Mercadante (ex-Ciência e Tecnologia, hoje Educação) já afirmou que a internacionalização é necessária para troca de experiências entre países e seria positiva para a ciência nacional: “Defendo a ideia de atrairmos pesquisadores de excelência do exterior”, diz. Aulas em inglês, por enquanto, existem por conta de professores e pesquisadores estrangeiros, brasileiros nem as levam em consideração. Para especialistas em direito à educação, é uma postura provinciana, mas tem fundamento, pois ofertas em inglês privilegiaria o acesso dos mais favorecidos.

Na verdade, há um quê de ideológico – para não dizer hipersensível xenofobia e chauvinismo, ou complexo de colonialismo – na resistência ao inglês não só no Brasil, como em Portugal, França, e alhures. Em países bem resolvidos, como Alemanha, Suécia ou Finlândia, cuja língua materna não é a inglesa, mas a maioria dos jovens já é bilíngue, as universidades, desde há muito tempo, têm aulas nesse idioma. Na comunidade europeia começa a procurar-se o domínio de três idiomas.

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Comida de Alma para Fadiga e Doenças Ocupacionais

30 de abril de 2012
Por: Naomi Doy | Seção: Depoimentos, Saúde, webtown | Tags: , , , , ,

Para o sociólogo José Pastore, professor de relações do trabalho da Universidade de São Paulo, Brasil, temos motivo para comemorar e lamentar o Dia do Trabalho no Brasil: houve queda visível do desemprego, a renda aumentou, a formalização do emprego avançou muito. Mas continua a haver muita desigualdade, instituições e legislações trabalhistas poucos evoluíram, 45% dos brasileiros ainda vivem na informalidade (Folha de S.Paulo, Empregos, 29/04/2012).

Dados divulgados pela rede americana CNN-Report em 28 de abril último alertam sobre a epidemia de morte de trabalhadores na Ásia, devido a doenças ocupacionais. Já em 2008, a ILO-International Labor Organisation estimava que mais de um milhão de trabalhadores asiáticos morriam a cada ano por doenças ocasionadas por ambientes insalubres, envenenamentos e falta de assistência apropriada. Ao mesmo tempo, a CBS-News informa que, pelos recentes estudos, 40 milhões de trabalhadores americanos (30% da força trabalhadora civil do país) dormem menos de seis horas por noite. Ao lado da segurança ocupacional, uma boa noite de sono e descanso ajuda a impulsionar a saúde do trabalhador. Pesquisas mostram que falta de bem dormir aumenta riscos de diabetes e obesidade.

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Canja de frango, sopas, brodos, minestrone, okayu e chicken zohsui: pratos mágicos

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“Alô, Alô, Marciano…”

19 de abril de 2012
Por: Naomi Doy | Seção: Depoimentos, webtown | Tags: , , , , ,

“… aqui quem fala é da Terra.” A canção composta por Rita Lee e Roberto de Carvalho virou clássico da MPB em 1980 em interpretação brincalhona e antológica feita por Elis Regina (1945-1982). Marcando os trinta anos da morte daquela que foi das maiores intérpretes da música popular brasileira, o Centro Cultural São Paulo está promovendo a exposição Viva Elis, em carinhosa homenagem à cantora. Alô, Alô, Marciano volta a ser tocada nas rádios, TVs apresentam o clip junto a outros sucessos da Elis. Paira no ar a lembrança inconfundível da sua voz, do seu sorriso cativante, seus gestos e balanços. Saudades da Elis.

Este ano registra também os trinta anos de ET – O Extraterrestre: um dos maiores sucessos de bilheteria de toda a história do cinema, o primeiro a ultrapassar a marca dos 700 milhões de dólares. O enredo é sobre alienígena perdido na Terra que faz amizade com um garoto de dez anos; este o protege para evitar que o ET seja capturado pelo serviço secreto e vire cobaia, e o ajuda a regressar ao seu planeta. Quem não se lembra deles pedalando pelo céu, silhuetas contra o luar? Crianças e adultos quedamos embevecidos com a história.

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Elis Regina / Cena de ET-O Extraterrestre / O Pequeno Príncipe / Geoffrey W. Marcy

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